Curso de Educação Física da Celer Faculdades promove jogos amistosos de Vôlei

Nesta terça-feira, 31 de julho, o curso de Educação Física da Celer Faculdades promoveu dois jogos amistosos de Vôlei com o objetivo de apresentar a prática esportiva aos acadêmicos do curso.

Confira a reportagem do acadêmico de Jornalismo, Rodrigo Rebelatto.

 

Reportagem e edição: Rodrigo Rebelatto e Felipe Valgoi
Fotos: Diéssyca Lemos, Giovana Baggio e Mariana Cossa

Matéria produzida para disciplina de “Radiojornalismo II” sob coordenação da professora Janaína Mônego

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VII Ciclo de Palestras Jurídicas – Direito Celer Faculdades

Com o objetivo de democratizar conhecimentos, o curso de Direito da Celer Faculdades, realiza na próxima semana o VII Ciclo de Pesquisas Jurídicas. Serão três dias de dinâmicas, iniciando segunda-feira, 21, até na quarta-feira, 23, envolvendo acadêmicos da instituição e profissionais da área de renome no Estado de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Confira a reportagem do acadêmico de Jornalismo, Jean Azeredo.

Matéria produzida para disciplina de “Radiojornalismo I” sob coordenação da professora Janaína Mônego.

Antônio Carlos Barth : Uma voz histórica

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Antônio Carlos Barth completou 50 anos de rádio no ano passado (Foto: Arquivos Rádio Cultura)

É lá pelas 07h30 da manhã que todos os dias Antônio Carlos Barth chega à Rádio Cultura de Xaxim para dar voz as principais informações e ocorrências ocorridas na região no 190 polícia. A voz marcante, a experiência de 50 anos de rádio comemorados no ano passado, 2017, faz com que, quem tem o privilégio de ouvir as principais histórias, fique encantado.

Antônio Carlos, como é chamado pelos colegas e pela população em geral, aonde vai, traz vários “alôs” e “abraços” para mandar no seu principal programa que vai ao ar todos os dias das 17h00 ás 19h00, o Gaitaços da Cultura. Ele se lembra muito bem de todos, bilhetes entregues em festas nas comunidades, pedem músicas durante a semana. Fiéis ouvintes ligam todos os dias enviando felicitações ao locutor e agradecendo pela alegria levada.

O início na profissão de radialista de Seu Antônio foi aos 14 anos. Numa rádio de padres no estado em que nasceu, Rio Grande do Sul. Em suas férias em que visitava seu primo, resolveu conhecer a rádio da cidade, afinal, era um grande destaque na época. Após um dia em que esteve para conhecer, resolveu voltar no dia seguinte, no qual, o radialista não pode se fazer presente e havia apenas o sonoplasta, que estava “desesperado” e enchendo a programação de músicas, pois não tinha segurança para se aventurar na locução. Eis que então, chama Antônio Carlos para começar a anunciar a hora e algumas músicas. E é ali, que inicia sua vida na comunicação. O menino gaúcho de 14 anos estava indo muito bem no comando da programação até que surge o padre diretor da rádio e o chama em sua sala, o que o guri achava que iria ser um belo “xingão” resultou numa proposta de trabalho. Sua primeira proposta de muitas.

Após isso, o jovem locutor começou a ficar cada vez mais conhecido e novas propostas surgiram. Rádios de Caxias do Sul, um dos grandes centros da comunicação e a fundação de uma rádio (do zero), em Dionísio Cerqueira estiveram no histórico deste comunicador. Surge então,  a Rádio Cultura de Xaxim na vida de Antônio Carlos Barth.

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Antônio relata que seu início na Rádio Cultura foi complicado (Foto: Arquivo Pessoal)

Em tempos de mudança, Antônio Carlos veio com sua família para a pacata cidade de Xaxim, Santa Catarina. Ali, iniciou os trabalhos na única rádio da cidade, com a ajuda de outros locutores. A rádio estava no início, precisava de um trabalho organizado para funcionar e foi assim que Seu Antônio a redigiu. Troca na equipe de comunicadores, administrativo e a inserção de escala para locução nos finais de semana. No início, ele relata que foi complicado para a aceitação de todos o novo jeito de trabalhar, mas que era necessário. Sua esposa, em determinada época atuou como recepcionista na emissora e ajudava seu marido na mesma.

A rádio que já conta com mais de 50 anos de história em Xaxim e na região, estava com seu começo e a necessidade da gerência de Antônio Carlos. Juntamente com Antônio Carlos, o locutor Arquimedes Turra, formaram as principais vozes e marcaram a Rádio Cultura de Xaxim.

Após anos que se passaram, quem convive com o Sr. Antônio Carlos sabe que o comunicador é incrível e sempre terá seu nome marcado na região oeste de santa Catarina e para os gaúchos. Seu Antônio não carrega apenas a sua história na comunicação, mas sim, a história da comunicação em toda uma cidade e assim se depender da população xaxinense e de seus colegas de trabalho, jamais deixará de ser.

Texto: Giovana Baggio – Acadêmica de Jornalismo

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Antônio Carlos e o locutor Arquimedes Turra marcaram a Rádio Cultura de Xaxim com suas vozes (Foto: Arquivos Rádio Cultura)

Matéria produzida para disciplina de “Técnicas de Reportagem e Entrevista” sob coordenação do professor Darci Debona.

O Carteiro e o Rádio

O rádio é um companheiro para muita gente, como por exemplo para pessoas que estão sozinhas e buscam alguém para conversar. Esse é o caso de Sérgio Luis Mariano de Souza de 50 anos. No amor, se define enrolado, mora sozinho e trabalha como carteiro, profissão que já está na família há três décadas. De acordo com Sérgio, apesar de caminhar 18 km por dia e conversar com muitas pessoas, ainda assim se sente sozinho. Quando isso acontece o rádio se torna um grande amigo para essa caminhada. Há 8 anos morando em Chapecó, Sérgio conta que veio certo dia para passear e gostou tanto da cidade que na primeira oportunidade que teve, veio morar em Santa Catarina.

Em 2011 fez concurso para os correios, passou e começou. Mas a solidão tomava conta nas ruas. Aí a Rádio Sonora FM acabou sendo a sua principal amizade. Claro, o gosto pelo rádio não surgiu com 50 anos de idade, mas sim na adolescência, onde sempre ouvia os programas que na época ainda eram de auditório, junto com seu avô.

Por onde passou, Sérgio sempre fez amizade com os locutores das rádios. Nas datas comemorativas, presentes são levados por ele até a emissora, e mil agradecimentos pela companhia diária são feitos. Segundo ele, como a Sonora FM começou seus trabalhos no ano de 2013, conhece todo histórico, os que trabalharam e saíram, gafes, enfim tudo mesmo.

Geminiano, nascido em 5 de junho, a comunicação também faz parte da vida de Sérgio, que gosta de contar suas histórias de forma empolgante, com tantos detalhes capaz de fazer quem ouve imaginar os mínimos detalhes.

“Preencher vazios e ser um amigo!” Assim ele define o rádio. E frisa: “Vocês comunicadores, que estão aqui atrás desse microfone o dia todo, não sabem o quanto são importantes para muita gente lá fora! Não adianta me falar que sabem, porque não sabem! Vocês fazem parte de muitas vidas, e são a companhia de muitas pessoas”.

Esse é Sérgio, sempre sorrindo como um bom carioca, esperançoso, de bem com a vida e com seus fones pendurados na gola da camisa amarela dos correios. Onde faz o que gosta, ouvindo seus amigos e caminhando 18 quilômetros por dia.

Entrevista na íntegra

Texto: Rodrigo Rebelatto – Acadêmico de Jornalismo

Matéria produzida para disciplina de “Técnicas de Reportagem e Entrevista” sob coordenação do professor Darci Debona.

O sonho de Gonçalino

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Gonçalino Nogueira, de 68 anos, cuida sozinho dos três netos há cinco anos. (Foto: Mariana Cossa/Acadêmica)

Em uma pequena casa de madeira na cidade de Formosa do Sul, Santa Catarina, vive Gonçalino Nogueira, de 68 anos, e seus três netos, Rafaela Vitória, 6 anos, Rafael Marcos, 8 anos, e Deivid, 12 anos. Há cinco anos, desde que sua esposa faleceu, Seu Gonçalino cuida das três crianças sozinho. Ele e a esposa foram responsáveis pelos netos desde que nasceram. A filha deixou Rafael e Rafaela em seus cuidados. Quando Santina, esposa de Gonçalino, descobriu o câncer o fez prometer que cuidaria das crianças até que tivesse condições. E assim, fez – e ainda faz. Mesmo triste pela partida da esposa, ele se alegra pela companhia dos netos, e do neto de coração, Deivid. Deivid é filho da ex-companheira de um de seus seis filhos, e também foi deixado sob responsabilidade do casal.

Com recursos limitados para criar os netos, providos de sua aposentadoria como agricultor e viúvo, Gonçalino não se queixa do que tem e faz todas as tarefas da casa. Acorda cedo, arruma as crianças para a escola, lava as roupas, faz almoço e limpa a casa.  A neta Rafaela, com apenas 6 anos já tenta ajudar nas tarefas, varrendo e colocando a mesa do almoço. Os meninos, de 8 e 12 anos, mais peraltas, gostam mesmo é de brincar. Mas ele não se importa e faz as tarefas sozinho. Quer que as crianças aproveitem a infância – de modo que ele não pôde nessa idade.   Alegra-se ao dizer que quando pode vai até o mercadinho e compra alguma guloseima para os netos.  Quando sai para passear, leva-os junto. Considera a companhia deles a coisa mais preciosa, acima de qualquer dificuldade.

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– É difícil cuidar de três crianças sozinho?
Não é fácil, mas também não é tão difícil não. Pra te contar a verdade, tem dias que me estresso, mas pra mim é uma alegria na vida porque tenho com o que me entreter no dia-a-dia. É sofrido, tem que lavar a roupa e essas coisas, mas já no mesmo tempo da aquela alegria porque tem a companhia.

– A mãe das crianças vem visitar eles?
– Pra falar a verdade, ela vem pouco ou nada.

– Eles sentem falta?
– Chegou num ponto que se eu chegar e falar pra eles “eu vou te levar lá na tua mãe e te deixar lá” eles não aceitam. Não é que eu mando eles dizerem, tu pode até entrevistar eles e perguntar se eles gostariam de morar com a mãe ou ir passear, nenhum deles vai, por causa do cuidado.

– Como descreveria a sua relação com seus netos?
– Eu só quero que não tenha nada pra interferir. Até que eu tiver vivo que eu possa cuidar deles é a maior alegria pra mim.

– Então você tem uma relação ótima com eles.
– Sim, sim, graças a Deus. Não da pra dizer 100%, mas lá pelos 90% chegando nos 100… Tá dentro do normal.

– Nas tarefas da casa, eles já estão começando a ajudar?
– Tu pode olhar ali em cima da mesa. Eu disse pra ela “tu não sabe arrumar, filha”, isso nem é toalha de mesa, é um lençol, mas eu deixei. Ela foi lá e estendeu, botou tudo as coisas bem arrumadinhas. Se fosse eu deixar, e ensinar, ela ajuda. Limpeza, varrer… ela é, assim, uma menina bem interessada. Só que no lugar de deixar, tu vai fazer. Mas se fosse precisar ela faz e ajuda em todas as coisas, os ‘piá’ são mais pro outro lado né.

– E ela (Rafaela) só tem 6 anos?
Isso, só 6 aninhos. Ela tem uma inteligência. A gente pede o que ela quer ser, depois que ela estudar né, tiver uma educação, ela fala que quer ser uma médica. E acho que ela escolheu uma profissão boa.

– Qual o principal ensinamento que você quer passar para seus netos?
– O maior ensinamento que eu quero passar pra eles é que eles tenham educação com o povo, essas coisas. Também não interferir ou mexer em coisas alheias e saber respeitar as pessoas. Eu no caso, que sou avô, eles me chamam de pai, e as outras pessoas, professoras, diretoras, em geral, eu quero que eles tenham respeito, quero ensinar isso a eles. Pra depois quando eles forem adultos tenham lembrança do que a gente passou pra eles de bom, jamais coisas ruins.

– Qual é seu maior sonho?
– Que Deus me deixe no mundo até que as crianças estejam grandes. Que eu tenha força de ir levando até quando puder. 

30 de março de 2018

Texto: Mariana Cossa – Acadêmica de Jornalismo

Matéria produzida para disciplina de “Técnicas de Reportagem e Entrevista” sob coordenação do professor Darci Debona.

Gisela Katharina Happe Möller: Ajudar sem cobrar nada em troca

“Jesus morreu por mim na cruz e queria fazer algo pra recompensar à Ele. Ajudava as pessoas e não nunca cobrava nada”. É assim que Gisela Katharina Happe Möller vive até hoje. Médica Alemã, nascida no ano de 1926, na cidade de Trier. Casada com o Pastor Kurt Möller. Vieram para o Brasil no ano de 1955 de navio para trabalhar como missionários após perderem tudo na Segunda Guerra Mundial, devido a um bombardeio Norte-americano onde ficaram somente com a roupa do corpo. Ficaram na cidade de Curitiba para aprender a falar a língua portuguesa e depois de algum tempo se mudaram para Xanxerê.

Carithea Klein, filha mais velha do casal, conta que a primeira casa onde moraram foi onde hoje é a Geração Papelaria no centro da cidade de Xanxerê. “Era uma casa de madeira, tinha duas portas e, em uma delas, meu pai falava de Deus para as pessoas, ele foi o único sobrevivente da Guerra da Rússia. Na outra porta minha mãe atendia os doentes’’, conta a filha.

Como não tinham residência própria, após ter curado uma mulher doente, Gisela e seu marido foram presenteados com uma casa onde vivem até hoje. “Ela atendeu a mãe do dono do terreno que moramos hoje. A mulher estava para morrer, minha mãe tratou da doença dela e ela se curou. Em troca disso ganhamos o terreno, onde meu pai construiu a casa e o ambulatório’’, relata Carithea.

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Casa onde Gisela Katharina Happe Möller vive atualmente em Xanxerê/SC (Foto: Diéssyca Lemos/Acadêmica)

Com o passar do tempo, várias pessoas iam procurar Dr.ª Gisela e ela os atendia. Hoje com uma idade mais avançada, a ex-médica alemã lembra que atendeu muitas pessoas em sua casa. “Nós vivíamos de doações de igrejas, nada era tirado do nosso bolso, porque não tínhamos como comprar. Eles nos mandavam e nós tratávamos os doentes. Eu atendi mais de 300 mil”, salientou Gisela.

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Remédios usados por Gisela no tratamento dos doentes (Foto: Diéssyca Lemos/Acadêmica)

Hoje a casa da família é conhecida como Museu Alemão. Nele encontram-se vários objetos antigos, remédios que eram usados, fotos antigas da família e dos pacientes, livros que servem de recordações da Alemanha e muitos outras lembranças.

A filha mais velha Carithea é pastora, enfermeira, professora de alemão e segue os passos dos pais. “Tenho uma turma de 10 alunos, sinto muito orgulho de ensinar como meus pais faziam”, detalhou Carithea.

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Mãe e filha, Carithea e Dr.ª Gisela. (Foto: Diéssyca Lemos/Acadêmica)

Dr.ª Gisela comenta que não se arrepende de tudo que fez, que isso era um propósito que Deus tinha dado a ela. “Eu gostava do que fazia, até hoje valorizo o que eu fiz. Deus me deu esse dom e eu faria tudo de novo pra ver as pessoas bem” conclui a ex-médica.

Texto: Diéssyca Lemos – Acadêmica de Jornalismo

Matéria produzida para disciplina de “Técnicas de Reportagem e Entrevista” sob coordenação do professor Darci Debona.

Mais de 50 profissionais trabalharam na limpeza e organização da ExpoFemi 2018

O desemprego pós-feira é a maior preocupação de vários funcionários que trabalharam na limpeza da ExpoFemi 2018. (Foto: Jean Azeredo/Acadêmico)

Quem circulou pelo parque de Exposições Rovilho Bortoluzzi na última semana se deparou com espaços limpos e organizados. Tudo isso graças ao empenho de aproximadamente 50 profissionais da Continental Obras e Serviços, empresa responsável pela limpeza interna e externa dos pavilhões, banheiros e da coleta de lixo durante os nove dias da feira.

Para o Coordenador da comissão de obras, Rivael Freschi, os profissionais desempenharam um papel fundamental para o bom andamento da festa. “O fluxo de visitantes acaba exigindo mais dos auxiliares de limpeza, que desenvolveram um excelente papel. Aproximadamente 30 mil toneladas de lixo foram recolhidos durante a ExpoFemi, em média de 2,3 à 2,5 mil toneladas por dia, que foram destinados pela própria empresa para reciclagem e o lixo orgânico para aterros sanitários. Toda essas pessoas colaboraram efetivamente para o sucesso do evento”, contou o coordenador.

Neuza Vieira, de 37 anos, foi Auxiliar de Serviços Gerais temporariamente durante a Festa Estadual do Milho e atuou na limpeza dos banheiros. Para ela, os visitantes foram peças fundamentais mantendo sempre a organização e limpeza dos locais. “Trabalhei algumas vezes em atividades parecidas como essa, onde a desorganização era bem maior, porém nessa edição da feira, parabenizo o público que prestigiou o evento, em modo geral, colaboram com nosso serviço”, destacou Neuza.

O que entristece algumas dessas pessoas, principalmente Neuza, é o fim da ExpoFemi, onde o desemprego bate na porta novamente. “A experiência vivida nesses dias foi incrível, mas a partir de segunda-feira (07), volto a me preocupar e a buscar um emprego de novo. Agradeço a oportunidade e me sinto feliz em ter contribuído para o sucesso da feira”, finalizou.

Pessoas de diversas cidades de Santa Catarina e de Estados vizinhos aproveitaram para conferir as oportunidades ofertadas durante a Festa Estadual do Milho. Gabriela Conrado, que percorreu mais de 40 quilômetros, para visitar a festa, comentou sobre a organização e limpeza. “Pelo o que percebi, ao visitar os pavilhões e percorrer os espaços está tudo muito limpo. Se fosse avaliar com notas, com toda certeza daria a máxima, parabéns a todos os envolvidos”, afirmou a visitante.

Texto: Jean Azeredo – Acadêmico de Jornalismo
Colaboração: Jean Carvalho – Acadêmico de Jornalismo

Bar nas alturas é interditado na ExpoFemi 2018

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Foto: Caroline Mognol/ Acadêmica.

O bar nas alturas, uma das atrações da ExpoFemi 2018, foi interditado por motivos de segurança. Estava localizado ao lado do palco principal e foi transferido para outro espaço.

Segundo Maicon dos Santos, proprietário do Bar nas Alturas, a mudança de local era pra dar mais visibilidade: “Nós decidimos trocar o espaço para melhor atender ao público. O local onde estávamos não atraia muitos visitantes, por isso que trocamos.’’

O Cabo do Corpo de Bombeiros, Duan Pedroso da Silva, afirma: ‘’Colocamos o bar em frente à praça de alimentação. O terreno é inclinado e para o guindaste ficar plano, o proprietário acabou usando madeiras de apoio, gerando risco para todos os visitante que estivessem caminhando‘’, relata Duan da Silva.

Devido aos problemas de segurança, o Corpo de Bombeiros cedeu outro espaço e ofereceu ao proprietário a possibilidade de retornar à origem.

Maicon dos Santos optou por se retirar da feira, já que o lugar não trazia benefícios.

Texto: Caroline Mognol e Diéssyca Lemos – Acadêmicas de Jornalismo

ExpoFemi 2018 conta com degustação de vinhos artesanais

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A degustação tem o intuito de divulgar a 10ª edição da VINOFEST de Xanxerê. (Foto: Mariana Cossa/Acadêmica)

“Bordô, Branco, Branco Niágara, Moscato Branco, Rosê… Nem sei dizer ao certo quantas variedades de vinhos temos aqui”, é o que diz o produtor de vinhos artesanais Ademir Geuda, ao se referir à Avaliação de Vinhos Artesanais que está ocorrendo nesta edição da ExpoFemi. A avaliação é uma iniciativa da Associação dos Produtores de Vinho Artesanal de Xanxerê e Região, em parceria com a Prefeitura Municipal e a Epragri. Quem visitar o estande pode experimentar três variedades de vinhos que estiverem disponíveis no momento.

A degustação tem o intuito de divulgar a 10ª edição da VINOFEST, que acontecerá no dia 14 de julho no CTG “Espelho da Tradição” em Xanxerê. Um dos diferenciais da festa é a competição entre os produtores de vinhos. Os produtores que já fazem parte da associação concorrem entre si. Cinco enólogos (especialistas em vinhos) julgam a qualidade e sabor do vinho. O resultado é divulgado no dia da festa e são premiados primeiro, segundo e terceiro lugar.

Ademir Geuda define a Associação De Produtores como “um grupo de amigos, que resolveram fazer vinhos e mostrar sua qualidade”. A Associação conta atualmente com 13 produtores.

Ademir, que está auxiliando na degustação, acredita que quem está visitando o estande vai comparecer à festa, pois estão surpreendendo-se com a qualidade dos vinhos regionais. “Está bem bom de participar, o pessoal está vindo e conhecendo os produtos aqui de Xanxerê, estão saboreando os vinhos que são produzidos por produtores que não tem vinícolas grandes, mas que produzem vinhos de qualidade, muito bons”, conta o produtor, que ainda brinca “O pavilhão do CTG vai ser pequeno para a VINOFEST desse ano”.

Texto: Mariana Cossa – Acadêmica de Jornalismo

Setor de Máquinas Agrícolas comemora vendas e prospecção na ExpoFemi 2018

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As empresas esperam ter um maior faturamento pós-feira. (Foto: Mariana Cossa/Acadêmica)

Há pouco menos de seis meses morando na cidade de Xanxerê, o gerente comercial da  Bugio Tratores, Vilmar Afonso Kolln, se diz satisfeito com o potencial da região Oeste para o setor agrícola. “Gosto muito dessa região, do seu potencial, da diversificação de produtores desde pequenos à grandes e médios. Tem um grande leque para ser explorado.” Por conta dessa potencialidade que os expositores de Máquinas Agrícolas estão finalizando mais uma edição da ExpoFemi 2018 com um grande volume de negócios feitos e alta expectativa de vendas pós-feira.

Para Marcos Zorzo, vendedor da Piazza Tratores de Xanxerê, concessionária da marca New Holland, a ExpoFemi propicia à empresa um bom espaço de divulgação e principalmente de vendas. “Toda forma de você mostrar seu produto é boa, e no caso da ExpoFemi, que já uma referência, o pessoal deixa para fechar negócio aqui, se tem alguma pretensão de compra se inicia ou se termina dentro da ExpoFemi”. Para Vilmar Kolln, da Bugio Tratores, a feira oferece grandes oportunidades para aumentar o número de contatos. “Fizemos bons negócios, mas a nossa intenção é mostrar os produtos ao público e fazer contatos, para depois concluir os negócios já encaminhados na feira”, explica o gerente comercial.

Com a divulgação e os novos contatos, as empresas esperam ter um maior faturamento pós-feira. “Na feira conseguimos de R$5 a R$6 milhões em vendas. Quando ela acabar temos a expectativa de dobrar esse valor, em R$12 milhões”, conta Marcos Zorzo.

Carlos Bortoluzzi, proprietário da Caio Comércio de Máquinas Agrícolas, de São Domingos, também diz ter superado as expectativas de venda nessa edição, mas com os novos clientes em potencial a expectativa é que o retorno seja ainda maior. “Concretizamos de 10 à 12 negócios. Na feira a gente procura fazer cadastros para visitar o cliente na casa então o volume de negócios geralmente acaba aumentando depois que termina a feira, quando temos mais tempo para visitar o cliente na casa”.

Prospecção Regional

Apesar das comentadas crises em alguns setores agrícolas, os vendedores estão satisfeitos com o resultado da exposição na feira. Carlos Bortoluzzi comenta que é importante estar nesses espaços, como a ExpoFemi, pois é assim que a empresa consegue divulgar sua marca e alcançar novos clientes. “Na feira você não atinge o cliente que já te conhece, que é da sua cidade, que está por perto. Eu já realizei vendas aqui para o Rio Grande do Sul, para vários lugares assim. O povo vem visitar e você consegue vender para um cliente que você não iria atingir se não estivesse aqui”, conta o proprietário.

Texto: Mariana Cossa – Acadêmica de Jornalismo